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Amamentar faz tanta diferença assim?

Amamentar faz tanta diferença assim?

Por EME Equipment em 12/06/2018

Amamentar traz muitos benefícios tanto para a mãe quanto para o bebê. É uma incrível maneira de criar intimidade e construir o vínculo afetivo entre vocês.

O leite materno possui todos os nutrientes de que o bebê precisa para se desenvolver bem, tanto que a criança não precisa de mais nada, nem água, nos primeiros seis meses de vida.

Mesmo depois da introdução dos alimentos sólidos, o leite da mãe continua a ser cheio de propriedades benéficas para a saúde do bebê.

Estudos mostram que o leite materno possui anticorpos que protegem a criança contra infecções, como gastroenterites (doenças com ocorrência de diarreia), doenças respiratórias, infecções urinárias e otites.

O aleitamento também reduz o risco de o bebê ter doenças mais graves, como diabete, e diminui a tendência à obesidade infantil e a problemas alérgicos, como asma, dermatite e alergias alimentares, como à proteína do leite de vaca (APLV).

Além dos agentes protetores presentes no leite materno, a mãe que amamenta pode produzir outros anticorpos específicos assim que entra em contato com uma infecção. Esses anticorpos passam para o leite e de lá para a criança, ajudando a protegê-la.

Ao mamar no peito, o bebê se acostuma a diferentes sabores, já que o leite materno muda de acordo com o que a mãe come. Isso ajuda a estimular o sentido do paladar, colaborando para que a criança coma de forma mais variada no futuro.

Bactérias "do bem", os chamados probióticos, são levadas pelo leite materno ao sistema digestivo do bebê, combatendo inflamações.

Outra vantagem é que, quando a criança está doente ou indisposta, muitas vezes o leite materno é a única coisa que ela aceita. Assim, quando se amamenta é mais fácil manter o bebê hidratado, alimentado e reconfortado nas fases em que ele não está se sentindo bem.

Por fim, o leite materno possui ácidos graxos essenciais para o desenvolvimento do cérebro do seu filho.

E amamentar deixa a mãe mais saudável. A amamentação colabora para a perda do peso adquirido durante a gravidez e reduz o risco de diabete tipo 2, câncer de mama e de ovário.

Como o aleitamento exclusivo costuma suprimir a ovulação, a mulher pode se ver livre da menstruação por meses no pós-parto (só não dá para confiar apenas nisso como método anticoncepcional!).

Outro grande benefício da amamentação é, sem dúvida, a conveniência. Pelos primeiros seis meses de vida do bebê, ele não precisa tomar mais absolutamente nada. Você não terá nada para lavar, esterilizar, preparar e carregar.

E, por fim, não se pode esquecer um dado importantíssimo: amamentar é grátis! Fórmulas infantis são caras e pesam em qualquer orçamento. Sem contar todos os apetrechos necessários, como mamadeiras, bicos e esterilizadores.

As autoridades em saúde como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde, com base em estudos científicos, recomendam o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses e a manutenção da amamentação até acima de 2 anos de idade.

Em caso de a amamentação ser impossível ou de a mãe realmente não querer amamentar, é preciso usar fórmulas infantis até a criança completar 1 ano, e não o leite de vaca comum.

Mas, claro, mesmo quem não amamenta o filho pelo motivo que for será capaz de construir elos afetivos duradouros, de criar uma criança saudável e de se sentir uma mãe dedicada e cuidadosa.

Como amamentar não é uma tarefa fácil, principalmente no começo, preparamos uma seção inteira sobre amamentação, com muitos artigos para você tirar suas dúvidas.

Não hesite em pedir orientação para profissionais que possam ajudar você na amamentação (pediatra, enfermagem do hospital, bancos de leite públicos).

fonte- https://goo.gl/rsuSkU

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